Ciência e Religião
Discussão antiga, que continua atual. Deixo minha opinião.
Dizem que ciência e religião podem, no máximo, coexistir, mas, para mim, são complementares, com modos diferentes de atuar. Têm o mesmo valor, e acredito que chegaremos a um ponto em que ambas serão uma uníca coisa, uma única forma de análise e síntese da realidade.
Stephen Jay Gould disse que “a ciência estuda o céu, enquanto a religião é como chegar ao céu”. Ou seja, a ciência se baseia na busca do conhecimento empírico enquanto a religião fica com os campos da ética e da moral.
Não podemos esquecer que toda e qualquer ciência é humana em sua essência. Dizem que a maior descoberta da ciência foi a própria ciência, ou seja, apesar dela ser uma forma de análise da realidade, seu metódo científico é humano. Seus alicerces foram construídos pelo homem, a ciência, assim como tudo, não existe por si só.
O mesmo Jay Gould disse: “a ciência cobre o reino empírico; do que o universo é feito (fato) e como funciona (conceito)”. Vamos partir daí:
[As regras do jogo...]
Muitos cientistas, como Einstein, viam Deus como como a ordem universal. Deus era a soma de tudo, era como tudo funcionava. E é fácil entender por que muitos pensam assim.
Apesar de sabermos muito pouco acerca do universo, sabemos que ele funciona perfeitamente sobre uma linha que beira o absurdo. Na verdade, era muito mais provável que não existisse nada do que existisse alguma coisa. William (ou Guilherme) de Occam em sua teoria, a Navalha de Occam, dizia isso. É mais ou menos assim: o universo segue o caminho mais simples, embora Deus possa escolher o mais difícil de vez em quando.
Não é bem aí que eu quero chegar, não acredito em Deus só por isso e não e a isso que Einstein se refere quando “louva” Deus através da adoração a ordem universal.
O que é importante ressaltar da sua natureza, e o que mais nos fascina e mais intriga todos os cientistas, é a estética matemática. Como tudo no universo consegue ser expressado em termos matemáticos de maneira regular e previsível, com fórmulas e equações. Esse é o Deus de Einstein.
Isso significa o seguinte: a verdade é uma só, assim como deve existir uma única maneira de expressá-la. O que nos foge não é a resposta em si, e, sim, como procurá-la. Não estamos fazendo a pergunta da maneira certa, se a fizermos, teremos a resposta final.
O que eu quero dizer com isso é temos várias respostas, várias equações, que não deixam de ser verdadeiras, mas não são completamente verdadeiras. Vou usar uma metáfora para me fazer entender melhor: quando um homem se interessa por uma mulher e quer saber se esta está envolvida em algum tipo de relacionamento, pergunta: “você é casada?”. Bom, e a mulher responde: “não”. O homem acha então que pode se aproximar, pois não tem nada o impedindo. Mas imagine outro homem, também interessado, e tem a mesma dúvida, mas pergunta: “você está solteira?”. E ela diz: “não, tenho namorado”. Veja que ambas perguntas foram válidas, e suas respostas igualmente verdadeiras, mas que a primeira pergunta apenas abrangiu uma pequena parte da verdade, e não ela toda. É assim que nos encontramos. Apesar da metáfora ser bem fraquinha, acho que deu pra entender.
Deus não muda as regras do jogo depois do jogo já começado, não é como a Rainha de Copas de Alice no País das Maravilhas. A ciência tenta descobrir quais são as regras e o fundamento do universo através do empirismo.
[E a religião?]
O que seria então a religião? Ao meu ver, defino religião como uma forma de conhecer a verdade também. Mas não de forma empírica, mas, sim, de forma espiritual. Descobrir também respostas, mas não exteriormente, mas interiormente. Agradecer pela existência nossa e também das perguntas que a ciência faz. Porque se não fosse por uma força maior, não existiria o que perguntar.
Prefiro deixar claro que também não acredito num deus de forma humana, que criou o homem do barro, etc. Aliás, no meu modo de pensar, vejo a ciência criacionista como uma grande contradição.
Acredito, assim como Einstein, que Deus é a ordem universal, que está em cada coisa e em todos os lugares. Mas para mim ele não é só isso, ele transcende esses limites e essa realidade. Deus é a verdade última, criador das regras do universo e responsável pela existência de tudo. Mas como disse no meu primeiro post, a realidade física é apenas uma projeção do que realmente somos e do que tudo realmente é. As regras de Deus estão também aqui no mundo físico, e muito bem delimitadas, aliás, incrivelmente delimitadas. Cabe a nós fazermos as perguntas certas, tanto exteriormente (mundo físico) quanto interiormente (alma, plano das possibilidades), para descobrirmos a verdade, a resposta que realmente queremos.
[Concluindo meu pensamento...]
A verdade é uma só, mas não se encontra “parada” em apenas um lugar. Assim como um artista visualiza uma obra de arte em um bloco de mármore, o cientista visualiza equações regendo o universo e os religiosos visualizam em Deus a verdade. E por que não juntar essas visões de mundo? Estão todas corretas em certa extensão, a sua união só traria benefícios à humanidade.
Cabe a nós perguntarmos, e a Deus responder. Se fizermos a pergunta da maneira certa, Ele não ocultará a resposta. Aí está Deus, na ordem universal, mas Ele está além disso também. Ele está conosco a cada momento, e essa ordem incrível que nos rege é apenas um reflexo disso.
A ciência e a religião podem ter seus atritos, mas têm a mesma essência. A verdade é uma só. Acredito que ela esteja em Deus e que é através do método científico e da fé religosa combinadas que chegaremos a encontrá-la.
Fevereiro 10, 2008 às 3:44 pm
Ciência e religião é sempre um assunto muito discutido.
Eu também acredito em Deus, e também nas teorias que filósofos e ciêntistas divulgam.Eu sempre gosto de saber o que eles dizem a respeito dos “Porquês” da vida, e acho que eles sempre ou quaze sempre conseguem uma resposta.
Deus pra mim é também uma última verdade, é uma coisa que quando não chego a conclusão nenhuma penso : Foi Deus quem fez.
Também acho que não deveria existir essa briga entre religião e ciência, pois no meu ponto de vista as duas se completam, na verdade acho que a religião seja talvez a mãe da ciência, já que foi pela falta de acreditar que existe um Deus criador de tudo que existe que os cientistas começaram a pensar em respostas mais reais, já que ninguém nunca viu Deus.
Mais uma vez você se expressou maravilhosamente bem.
Parabéns e até a próxima.
Beijos
Fevereiro 11, 2008 às 12:17 am
Como já tinha dito antes pra vc, o blog está bem legall…com assuntos bastante complexos,mas bem discutíveis por sinal…
Com relação ao último post, a meu ver, a ciência ao mesmo tempo que desenvolve o homem, acaba deixando-o miserável ( no sentido de ficar submisso), já que o equilíbrio é o ponto central de toda a espécie humana. (No caso, um equilíbrio entre a ciência e a religião é de extrema necessidade para a busca da verdade e da amenização de conflitos.), o que ocorrerá conseqüentemente através da combinação entre elas.
Gostei do texto… =)
Beijoss..
Abril 25, 2008 às 9:05 pm
Gostaria de afirmar que não só é possível como é necessário que se aproximem para o bem estar geral do ser humano.
Maio 26, 2008 às 1:42 pm
31/01/2008 - 10:42
Teorias: origem, essência, transformação da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros
O professor e pesquisador Ancelmo Luiz Graceli apresenta a seguir teoria do universo fluxonário estruturante a partir do espaço denso, e teoria da energeticidade e radiação.
Apresentação: São duas novas teorias dentro da física: a primeira - que trata da origem do universo, da origem da matéria, o fluxo de processos e estruturação que ocorre a partir do espaço denso; já a segunda teoria - onde dá novas respostas, causas e fundamentações para todos os fenômenos da matéria e astros com duas causas, que são a energia e radiação produzidos pelo próprio astro.
Introdução a Origem do Universo: O Universo não surgiu de um ponto central para fora, por meio de uma grande explosão, mas sim o Universo surgiu de fora para dentro, ou seja, o espaço denso foi se aglutinando até formar a matéria e a energia, para depois se formar os astros. Segundo esta teoria, o espaço que se pensa que é um vazio, na verdade, possui densidade, e que, por aglutinação, vai sempre mais se densificando, até formar-se em bolhas, de onde vai dar surgimento à matéria, por isto que a matéria é infinitamente divisível. Assim, a Teoria do Universo Fluxonário Estrutrante consegue dar uma fundamentação à origem da matéria, da energia e dos astros.Vemos que, pela teoria da grande explosão e expansão, não é possível ser provado a quantidade de matéria que existe no Universo, sendo originado por um ponto ínfimo.
Universo Fluxonário Estruturante - Com a matéria e a energia já densificadas, surgem as bolhas de energia que dão início à formação dos primeiros astros, às nuvens de gases, às galáxias e aos aglomerados, ou seja, o Universo tem uma origem que inicia pelo espaço denso, passa pela fase de bolhas de energia até se tornar matéria, para depois formar os astros. A partir da fase de astros, o mesmo continua o seu processo numa segunda fase, produzindo as fusões nucleares nas estrelas, aumentando o processamento de energia, temperatura e radiação, onde será expelido parte da sua energia e matéria no espaço, onde formarão a temperatura, a radiação, a atmosfera, os anéis que se reagruparão e se esferificando, formando astros menores, no caso, planetas por estrelas, satélites por planetas e outros. Por isto que o Universo é um infinito fluxo de construção, desintegração e processamento, que sempre outros astros se formarão a partir de outros maiores e com mais energia, com menos intensidades de fenômenos e com menos dinâmica. Logo, este Universo tende a ser lento, enquanto outros em outros pontos do espaço se encontram em outras fases. Por isto que é encontrado aglomerados de nuvens de gases no espaço.
Enquanto uns se encontram numa fase mediana, que é no caso o nosso, outros se encontram mais envelhecidos e mais lentos, na fase final. E outros ainda, com mais dinâmica e mais energia, que se encontram na fase inicial.
Universo em Rotação - O Universo não se encontra em expansão, mas sim em rotação, translação e afastamento mínimo, se considerar o afastamento anual do Planeta Terra em relação ao Sol não chega a um metro. Tal situação é provada matematicamente pela Teoria da Energeticidade e Radiação. Na verdade, o que dá o sentido aos observadores de que as galáxias estão se afastando é o efeito Doppler, onde dá uma cor vermelha, que é a cor para o afastamento, quando se observa algum objeto luminoso se afastamento, porém, esta cor é observada quando qualquer objeto luminoso se encontra em rotação e translação. Foi a partir daí que levou a concepção da formação da Teoria da Expansão do Universo, e mais tarde a concepção da grande explosão.
Contestação - se o Universo estivesse em expansão, considerando o tempo de vida do Universo e que todo movimento inicial e maior não seria possível de ver nenhuma estrela no espaço. O outro ponto é que dá a aparência no espaço de que todos estão se afastando em relação a nós aqui na Terra, seria como se nós estivéssemos no centro do Universo, e isto seria uma grande coincidência. Outro aspecto se constitui na seguinte cogitação: como um ponto ínfimo teria tanta matéria? Como último ponto - de onde e de que surgiu a matéria? (não consegui reparar a gramática sem alterar o sentido – desenvolve você).
A Teoria do Universo Fluxonário Estruturante defende que o Universo se encontra em fases, e, enquanto uns já estão numa fase mais avançada, outros estão iniciando, e que o Universo se encontra em afastamento mínimo, em rotação e translação.
A Teoria da Energeticidade e Radiação - Através da procura para uma só explicação dos fenômenos da natureza que englobasse a origem das estrelas, dos planetas, dos satélites, dos cometas, dos asteróides, dos anéis, das atmosferas e dos outros fenômenos, como as órbitas, a rotação, a translação, o distanciamento, as fusões naturais, as atividades tectônicas, a origem e a evolução da matéria e da energia, dentre outros, cheguei à conclusão de que a energia é a responsável pelo processamento dos fenômenos, e que a energia e a matéria, por sua vez, se originam do espaço denso. Ou seja, o espaço denso produz a estrutura - que é a matéria, e produz o agente propulsor - que é a energia. No mais, constatei que a energia é a responsável pela dinâmica e pela órbita dos astros, porém, a dinâmica e a órbita passam por três fases, sendo elas:
Primeira: A Inicial - ocorre quando o astro se origina do primário, no caso - o Planeta do Sol. Nesta fase, o primário tem grande influência sobre o secundário, e a translação é grande, já a rotação é mínima; a órbita tem uma excentricidade, enquanto a inclinação tem uma irregularidade média. Isto se confirma de Mercúrio a Vênus.
Segunda: A Mediana - ocorre quando o astro já saiu de perto do primário e passa a desenvolver a sua dinâmica pela sua própria energia e radiação. Nesta fase, a translação diminui progressivamente, enquanto a rotação aumenta conforme o diâmetro e a energia do próprio astro, e as irregularidades da excentricidade, a inclinação da órbita e rotação diminuem. isto se confirma do Planeta Terra até Netuno. Ressalte-se que o menos irregular e com mais rotação é Júpiter, por ser o maior entre os planetas, conseqüentemente, ainda conserva grande quantidade de energia em processamento.
Terceira: A Final – nesta, o astro já se encontra com pouca energia e produção de radiação, levando ao mesmo a diminuir progressivamente a sua rotação e translação, porém, o seu comando também diminui, levando a aumentar as suas irregularidades na excentricidade da elipse, na inclinação da órbita e da rotação. Isto se confirma em Plutão e em todos os satélites distantes de seus primários, como também nos cometas e asteróides distantes.
É bom ressaltar que as duas teorias - a do Universo Fluxonário Estruturante e da Energeticidade e Radiação - são provadas matematicamente e com exatidão por fórmulas simples, onde não uso distância, massa ou gravitação para encontrar estes resultados. Na verdade, só uso o diâmetro, a radiação, a temperatura, a rotação e a velocidade equatorial.
Por outro lado, consigo ainda provar a origem e causa da rotação e sua inclinação, bem como o afastamento entre os planetas, usando também os seus diâmetros, fenômenos esses impossíveis de serem fundamentados e calculados pela Teoria da Gravitação e Teoria da Relatividade.
Estas duas novas teorias abrirão novas portas para a pesquisa da cosmologia, da astronomia e da micro-física.
. Teoria da Origem da Matéria e do Cosmo, e do Universo Fluxonário Estruturante. | . Teoria da Cosmogenese da Energeticidade e Radiação.
. Cosmogenese, Cosmologia, Cosmofísica, Astrofísica e Cosmogonia - Esta teoria é a que mais se aproxima do poder de Deus. Pois vai contra qualquer forma de caos.
Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus.| . O Universo é uma auto criação, porém uma obra deste porte só pode ter o poder do criador – Deus.
Esta teoria vai de encontro à harmonia e eternidade cósmica em detrimento ao caos e a finitude do universo proposto pela teoria da grande explosão.
Enquanto um entra em fluxo de desintegração e reintegração com menos energia, outros nascem mais distantes a partir da aglutinação do espaço denso.
Teorias do Cosmo Fluxonário Estruturante, e Energeticidade e Radiação - Esta não é apenas uma teoria do movimento, mas sim da origem, da essência, da transformação, da natureza e da unidade da matéria, do espaço, da energia, do cosmo e dos astros.
Cosmo Estruturante e Desintegrante. | . Modelo Graceliano.
Teoria da Bolha de Espaço Denso e Energia - Enquanto na teoria da grande explosão o universo se expande a partir de um ponto do espaço e de uma pequena quantidade de energia, e é um só. Na teoria da bolha o universo se contrai a partir do espaço denso para produzir a matéria e a energia de vários pontos do infinito do espaço, numa constante produção de novos universos em vários pontos do cosmo. Ou seja, ele se contrai para produzir a matéria para depois formar os astros e se expandir pela radiação. E são vários universos em infinitos pontos do cosmo em infinitas fases.
De nascimento na Fase Bolha de Espaço Denso – Fase Estruturante-, Na Fase de Energia, Na Fase de Matéria. E na Fase de Desintegração e Desprendimento e Afastamento no Espaço pela própria radiação da densidade da matéria. E reintegração formando secundários a partir do material irradiado pelo primário.
Fórmula para contração de espaço Denso - O espaço denso se contrai e diminui de tamanho para produzir a matéria, e se dá numa contração e diminuição infinita, que pode ser calculada com a formula do limite infinitesimal. Que do todo menos uma parte, dividido pelo todo, assim infinitamente.
Espaço Denso – parte / total espaço denso se estruturando. Assim, infinitamente, até transformar-se em energia e matéria. ED - P / ED … até chegar a ser energia e matéria. Assim, temos a fórmula para formação da matéria, energia e para origem do universo.
Infinitos universos em fases estruturantes e desintegrantes.
Primeira Teoria da Origem e Natureza da Matéria - Sempre foi procurado pelos filósofos e químicos gregos, depois pela física moderna uma explicação para a origem, natureza e essência da matéria, em que o mundo em épocas foi dividido em forma e estrutura, espírito, mente e matéria, pois aqui mostro a primeira teoria do que a matéria pode surgir e do que ela é formada, que é de filamentos de espaço denso, sempre se procurou a matéria pela matéria e dividi-la infinitamente do átomo dos gregos até a centena de partículas que são catalogadas hoje.
Assim, temos aqui a primeira teoria do que a matéria possa ser formada, que é de filamentos de espaços denso.
Cálculo formação de matéria e para cosmo estruturante - Poder de contração do espaço denso * quantidade de espaço denso / tempo cosmológico = matéria e cosmo estruturante.
Cálculo para cosmo desintegrante - Poder de desintegração * quantidade de matéria, temperatura, radiação e energia por distancia ao cubo / tempo cosmológico. Pd*[qm / d cubo ] / t c.
Espaço Denso e Matéria, e Energia e Astros - O universo não se formou a partir de uma grande explosão, mas sim do espaço denso, o espaço denso é todo espaço que nos circunda, que temos a noção que ele é um grande vazio, mas não é, possui densidade, e dele a matéria e a energia se originaram para formar os primeiros astros, galáxias e aglomerados.
É falsa a expansão, é na verdade uma translação e rotação e um mínimo de afastamento.
O que temos a noção de uma grande expansão do universo é na verdade a translação e rotação do mesmo. Pois, se ele é infinitamente velho e começou a se expandir no momento de uma suposta grande explosão, os astros estariam tão distantes uns dos outros que nem a sua luz seria capaz de ser captada por qualquer tipo de telescópio.
A energia produz a radiação que produz o afastamento mínimo - Há sim um afastamento mínimo proveniente da ação da radiação e de altas temperaturas, afastamento produzido pela energia processada no interior dos astros.
Universo de Energia Estruturante, ou Universo de Contração e Desintegração - O Universo passa por dois processos – o primeiro da formação da matéria e energia pela contração dos filamentos do espaço denso.
O segundo da formação dos astros, seus processos de energia e produção de temperatura à proporção que a matéria se aglutina, com a matéria aglutinada é produzida grande quantidade de energia e temperatura, dando surgimento a radiação e a conseqüente desintegração do astro no espaço. Por isto que o universo é um fluxo de energia estruturante, onde primeiro se contrai para depois se desintegrar e se afastar uns dos outros, sempre em porções menores.
. Ancelmo Luiz Graceli é professor, pesquisador teórico, com graduação em filosofia, e já apresentou pesquisas à Secretaria Estadual de Ciência & Tecnologia do Espírito Santo (SECT), juntamento com o colaborador Márcio Piter Rangel (marciopiterrangel@hotmail.com). Para contatos: Rua Itabira N° 05, Rosa da Penha, Cariacica (ES) Brasil | CEP: 29143-269 | Telefone (27) 3216-7566 | E-mail: ancelmoluizgraceli@hotmail.com
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